Professora Marli

Brasileira

Gaúcha


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81 e 82 - 2005




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Blog do Tadeu
Blog da Sheila e Sinara

"Uma cidade grande,

cheia de pessoas fortes.

os meninos em escolas,

aprendendo coisas difíceis

e necessárias. Eles dois

velhinhos, acabando-se

como uns cachorros, inúteis,

acabando-se como Baleia.

Que iriam fazer?

Retardaram-se , temerosos.

Chegariam a uma terra

desconhecida e civilizada,

ficariam presos nela.

E o sertão continuaria

a mandar gente para lá.

O sertão mandaria para a

cidade homens fortes, brutos,

como Fabiano, Sinhá Vitória e

os dois meninos." Vidas Secas



Rio Grande do Sul
céu, sol, sul
terra e cor
onde tudo o que se planta cresce
e o que mais floresce é o amor.




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VIDAS SECAS - DA FICÇÃO À REALIDADE


Palestra

Depois de analisarmos a obra de ficção, a professora de história, Teresinha Pieta, nos proporcionou um encontro com os Senhores José Pieta, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Adílio Guadagnin, da Emater. Os mesmos trataram sobre efeitos econômicos, emocionais e ambientais da seca no RS e em Nova Bassano. Esse evento nos ajudou a refletir sobre o que mudou  na nossa vida e no que ainda vai mudar em decorrência desse fenômeno climático. Escreva sobre isso.


 



Escrito por Marli às 09h45
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Este conto é de Caio Riter, escritor que estará nos visitando na 2ª Feira do Livro do nosso colégio, de 02 a 06 de maio.

 

LARVAS SOB O SOL

 

        Pelas frestas da janela, a claridade invadia o armazém. A mulher pisava o chão com cuidado, temia que alguma tábua pudesse estalar e perturbar o descanso do marido. Sabia de suas noites mal dormidas pela preocupação com os negócios que já não davam nem para o sustento dos dois. E a culpa era da seca, sabia Gerda, e amaldiçoava aquele sol que os cozinhava pouco a pouco e penetrava-lhes a pele feito lâmina afiada.

        Retirou os chinelos de Hanz, ergueu-lhe os pés lentamente e colocou-os sobre a almofada. Ele murmurou qualquer coisa que ela não entendeu, mas permaneceu envolvido pelo cansaço da tarde quente.

        Gerda suspirou. Seguiu até os fundos, os olhos acompanhando a fileira de filhos pendurados na parede. Saiu para o quintal e olhou para o alto.O céu era límpido, muito azul, nenhuma nuvem sujava aquela pureza indesejada. Quando é que Deus mandará chuva? Perguntou-se. Já esgotara seu repertório de orações e promessas.

        A vaca magricela se protegia do sol sob as árvores ressecadas. Da pequena horta, plantada por ela mesma, Gerda viu que não colheria mais nada. As larvas haviam se multiplicado durante a noite e devoravam as alfaces, as couves, os tomateiros. Tudo secava debaixo daquele calor sufocante. O marido, pelo menos, conseguia cochilar. Mas, e ela? Fazia tempo que seus olhos haviam adquirido a tonalidade sangüínea dos insones. Ficavam dias e noites mergulhados no passado:

        Via-se menina a banhar-se no rio que agora é só filete entre as pedras. Enxergava o casamento com o belo Hanz, não mais vislumbrado no rosto do marido. Via os filhos nascerem, um a um, e via-os partirem sem jamais escreverem uma linha dizendo estamos bem. E a chuva que não vinha?

        - Gerda – chama o marido do interior do armazém: - Gerda, você está aí?

        - Estou aqui no pátio, Hanz – murmura. – As larvas comeram todas as verduras. Comeram tudo.

                                                                                   Caio Riter

 

       Olha só o recadinho fofo que o Caio escreveu pra gente:

"Marli e pessoal das oitavas, andei visitando o blog de vocês. Fiquei bastante encantado com o que vi. De fato, o título que alia ficção e realidade acaba por dar a dimensão da leitura de vocês. A literatura auxiliando na compreensão e no entendimento da vida; a vida se revelando matéria de invenção. E mesmo me sentindo lisonjeado por, ao lado de Graciliano Ramos, e outros autores, oferecer um pouco da minha escrita à reflexão e ao prazer estérico de vocês. Gostei de tudo: dos comentários, da escolha do tema, dos resumos, da ilustração (podiam colocar mais, não?). Quero dar meus parabéns a vocês e à professora, e já fico aqui me interrogando sobre como será nosso encontro em maio, afinal, pelo trabalho de vocês, percebo uma grande motivação e um grande encantamento pelos livros. Esta é com certeza a mola propulsora para nosso crescimento como cidadãos, como seres melhores e também mais atentos às coisas do mundo. Valeu. Meu forte abraço. Caio Riter.

    PS. : Uma sugestão de leitura: "Morte e vida severina, do João Cabral. Texto poético e altamente esperançoso na vida, cujo cenário é o sertão inóspito. E há também "O quinze", da Rachel de Queiroz."

 Conheça mais de Caio Riter acessando seu site.

Comente o conto, relacionando com a realidade que você observa.



Escrito por Marli às 15h48
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FOTOS DA SECA 2004 -2005

NOVA BASSANO - RS



Escrito por Marli às 15h24
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Análise de Vidas Secas

Turma 81

 

Capitulo 1-  MUDANÇA

     Sinhá Vitória com seu filho mais novo no colo e o baú de folha na  cabeça, caminhava em meio a paisagem hostil do sertão nordestino,  com eles estava, seu marido Fabiano, seu filho mais velho, sua cachorra baleia e um papagaio (que foi sacrificado para alimentar a família), se arrastam numa caminhada silenciosa.

     Fabiano e sua família  decidem ficar por aí. Os meninos se espojaram na terra fofa do chiqueiro. As cores da saúde voltaram a cara triste de Sinhá Vitória. Fabiano consegue água e alegria no seu coração. Baleia agitava o rabo, olhando o horizonte, esperava com paciência a hora de mastigar os ossos. A vida melhorara  para todos.

 

COMENTÁRIO:Hoje em dia a realidade é parecida, pois existem pessoas que vivem em regiões onde a seca destruiu suas terras, e em busca de uma vida melhor, partem para a cidade e muitas vezes lá  acabam engrossando as favelas e se tornando escravos das indústrias ou de grandes proprietários de terra.

                                   Daiane Picinini e Daiane Carolo

 

                                                      Capitulo 2 - FABIANO

Fabiano é um homem que saiu do nordeste com sua família para outro lugar.

Ao chegar perto de uma casa ele foi vê-la enquanto sua mulher e seus filhos descansavam debaixo de uma árvore.Ao se aproximar da casa ele não viu ninguém e foi logo entrando com sua família. De manhã cedo, Tomás que era o dono da casa mandou ele embora com sua família, mas Fabiano ofereceu sua ajuda e o patrão acabou aceitando. Fabiano virou um vaqueiro.Ele se achava um cabra macho, mas não tinha nada que comer e passou vários dias comendo raízes de plantas e preás caçados pela cadela Baleia.Fabiano era um homem que não se interessava muito pelos seus filhos. Era um homem pobre, mas feliz.

 

Comentários:Hoje em dia a realidade é igual porque há pessoas que saem de suas terras arrasadas pela seca e acabam trabalhando para outras pessoas e acabam se tornando escravos.

                                           Giovani Vicari , Glauber



Escrito por Marli às 16h04
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Capítulo 3-CADEIA

 

    

Fabiano vai à feira comprar mantimento injuriado com o preço das coisas, resolve beber um pouco de pinga. O soldado amarelo o convida para um jogo de cartas os dois acabam perdendo. Perdera todo dinheiro e vai ter que inventar uma desculpa para sinhá Vitória.

O soldado provocou Fabiano e pisou no pé dele Fabiano não o insultou, agüentou e termina por xingar a mãe do soldado, na cadeia Fabiano é empurrado e humilhado publicamente.

No xadrez Fabiano gritou em voz alta que era inocente e amolou-se com um bêbado e com a quenga que estava na outra sala e pensou na família, se não fosse sinhá Vitória e as crianças já teria feito uma besteira daqueles me humilharem tanto? Arquitetou e gritou com os outros presos e sentiu a família como um peso nas costas.        

 

Comentário:Há muitas pessoas presas que não cometeram crimes mas aquelas que cometem não estão presas pois tem dinheiro e paga fiança.

                                             Ademir, Cristiano D.

  

 

Fabiano vai à fei



Escrito por Marli às 16h00
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Capítulo 4 - SINHA VITÓRIA

Centrado na esposa de Fabiano, mostra-nos o seu desejo em adquirir uma cama de couro (como a do seu Tomás da bolandeira ). Os esforços nesse sentido parecem inúteis, pois eles tem muito pouco com o que economizar . Nesse aspecto, o narrador mostra o inconformismo de sinha Vitória com a sua situação, ao contrário do marido, que aceita os fatos de forma mais passiva .
         Fabiano a compara com o papagaio que morrera, fazendo analogia ao seu caminhado. No entanto, ela se mostra mais esperta do que o marido, além de articular as palavras melhor do que ele.

Capítulo 5 - O MENINO MAIS NOVO 

O menino mais novo, sempre teve uma grande admiração por seu pai e prestava muita atenção quando seu pai ia fazer alguma coisa pois quando crescesse pudesse fazer as coisas, igual ao seu pai.Ele sempre dizia que quando crescesse queria ser igual a seu pai.

 

COMENTÁRIO:Na nossa opinião os pais devem ser bons educadores para que quando seus filhos cresçam possam ter orgulho de seus pais.  E quando fará algo que seu pai lhe ensinou poderá dizer:

-Isso aprendi com meu pai!!! 

E isso será um grande prazer e orgulho para podermos falar.

                                                     Tatiane e Lauriane                            



Escrito por Marli às 15h54
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Capítulo 6 – O MENINO MAIS VELHO

   Após a saída de Fabiano da prisão, Sinhá Vitória  chamou uma velha senhora, para curar as feridas nas costas de Fabiano. Enquanto ela benzia as costas do homem ela falava: -Inferno. – Inferno...

   E repetia varias veses a palavra inferno.

   Quando a velha senhora foi embora, o menino mais velho perguntou a sua mãe:

-          O que é inferno?

   Ela respondeu que inferno era um lugar ruim de mais. Como o menino mais velho era muito curioso, então fez a mesma pergunta a seu pai: - O que é inferno? O pai não responde.

   Voltou a cozinha, pediu novamente a sua mãe e ela respondeu que era um lugar quente e ruim. O menino perguntou a sua mãe se ela já tinha ido la? Ela ficou nervosa, bateu no menino e ele saiu chorando.

   Saiu sentou-se debaixo de uma planta seca e abraçou sua cachorra Baleia e repetia varias veses a palavra inferno e olhava ao seu redor.

 

 COMENTÁRIO: Os pais ás veses, deveriam ser mais compreensivos com os filhos, quando fazem perguntas, e não ignorá-los sem prestar a atenção neles, e sim responder.                                  

                                                 Suélen e Andresa

Capítulo 7 - INVERNO

 Início do período chuvoso. Descrição de uma noite torrencial e os temores que a chuva despertava na família de Fabiano, capaz invadir tudo. Fabiano tenta contar histórias enquanto os garotos passam frio.
                                                                          Jussinei e Daivan



Escrito por Marli às 15h51
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Capítulo 8 - FESTA

     

A família de Fabiano foi a festa de natal.Eles compraram as melhores roupas e calçados, mas não ficavam confortáveis com elas.

Chegando a cidade foram todos se lavar a beira do riacho antes de entrarem na festa, Sinhá Vitória carregava o guarda-chuva.

Os filhos se agradavam ao ver tantas luzes e pessoas.Fabiano se estranhava na frente daquela multidão toda parecia que estava radiado de inimigos.

Eles tinham muito medo de que a cadela Baleia se perdesse.O menino menor perguntou ao mais velho, se toda aquela festa tinha sido feita por gente grande, a duvida do mais velho era se todas aquelas coisas tinha nome, e como os homens poderiam se lembrar de tantas palavras para nomear as coisas.

 

COMENTARIO:Hoje em dia as pessoas estão desistindo de viver, porque nem todas têm emprego e uma vida digna, com direitos ao lazer e confortos, com uma roupa nova.

                                                                 Sheila, Sinara

 

 

Capítulo 9 - BALEIA

 

A cachorra Baleia estava com feridas e fome, e parecia estar com raiva, o que fez Fabiano querer sacrificá-la. Sinhá Vitória segurou os meninos dentro de casa para que eles não vissem a tragédia.Baleia era considerada da família pois tinha características humanas. Os meninos não queriam que ela morresse, tentaram ir salvá-la mas a Sinhá não deixou.

Ela levou o tiro e foi se arrastando, cada vez mais devagar, chegou a ficar com raiva de Fabiano mas se lembrou dos momentos felizes. Enfim morre Baleia

 

COMENTÁRIO:Hoje nós estamos passando por um período de seca, muitas pessoas também já estão indo buscar água em volta, os agricultores estão com vários prejuízos, chegando a até perder toda a plantação, morte de gado e até problemas psicológicos e isso influencia também as pessoas da cidade por que deixam de vender, as mercadorias aumentam e etc.

                                                            Ricardo e Renan

                                   



Escrito por Marli às 15h46
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Capítulo 10 -CONTAS

Fabiano retirava para si parte do que rendiam os cabritos e os bezerros. Na hora o acerto de contas com o patrão, sempre tinha a sensação de que havia sido enganado.Ao longo do tempo, com a produção escassa não conseguia dinheiro e endividava-se.Pensou na dificuldade de sua vida. Bom seria se pudesse largar aquela exploração.Mas não podia! Seu destino era trabalhar para os outros, assim como fora com seu pai e seu avô.

 

COMENTÁRIO:A situação de Nova Bassano estava cada vez mais rígida por causa que não chovia mais e os animais estavam passando sede, as plantas morrendo, e as plantações dos agricultores estava em falta de chuva.

Rafael, Joelson.

Capítulo 11 - O SOLDADO AMARELO

Procurando uma égua fugida. Fabiano meteu-se na vegetação. Facão em punho começou a cortar quipas e palmatórias que impediam o prosseguimento da busca. Nesse momento, depara-se com o soldado amarelo que o humilhou a um ano atrás.Fabiano irritou-se com a cena, o outro era frágil. Poderia mata-lo com as mãos ,sem armas se quisesse .Fabiano ponderou que ele mesmo poderia ter evitado a noite na cadeia se não tivesse vingado mãe de amarelo. Se ele era um bom homem de bem que arruinar a sua vida matando uma autoridade.Sentindo o inimigo acorvadado o soldado arrancou firme e perguntou o caminhoFabiano ainda ensinou o caminho ao soldado.

COMENTÁRIO:Hoje, mesmo que a justiça esteja errada o povo vai a favor dela pois a justiça é uma autoridade .  Muita gente  inocente  é acusada por coisas que não fez e ficam  calados para  não acontecer pior .

                                     Vanderlei, Mauricio,Giovani S.

 



Escrito por Marli às 15h41
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Capítulo 12 - O MUNDO COBERTO DE PENAS

Fabiano matava as aves  que vinham  beber a  água  do gado e para  sua sobrevivência.

COMENTÁRIO: 

Aqui em Nova Bassano muitos agricultores  venderam  o gado por causa  que  não  havia  água para beber.

                                                     Ezequiel Ferrari , Mateus Pelle.

 

Capítulo 13 - FUGA

Partida da família de Fabiano. A seca começa a se tornar forte e, não tendo como resgatar sua dívida junto ao patrão, resolvem fugir. Fabiano nutre esperanças quanto ao futuro dos garotos , estudando e morando numa cidade grande ; sinha Vitória pensa um dia poder dormir em uma cama de couro. Mistura de sonhos, descrenças e frustrações em que termina o romance. Mas são somente ilusões -"O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, Sinha Vitória e os dois meninos."


 

COMENTÁRIO:Nós não devemos desanimar nem parar no caminho, ter força para seguir em frente.

Muitas pessoas saíram da colônia, pelo desanimo das conseqüências da seca, que acabou em brigas nas famílias.

                                                                               Clarice, Daniela



Escrito por Marli às 15h30
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ANÁLISE DE VIDAS SECAS

TURMA 82 

 

Capítulo1: MUDANÇA

Conta a história de uma família de retirantes nordestinos composta por 4 pessoas: Fabiano, Sinhá Vitória, Menino mais velho e o Menino mais novo, a cachorrinha Baleia e um papagaio ( morre para alimentar a família ), que fogem da seca.A situação da seca acaba por tornar as pessoas mais amargas devido ao sofrimento que elas passam pela escassez de alimentos, a morte dos animais e a falta de água potável para beber.

COMENTÁRIO:Aqui no Rio Grande do Sul, se continuar com essa seca, muitos gaúchos  irão para outros estados tentar uma vida melhor e isso poderá  afetar muito o nosso estado, tanto economicamente quanto produtivamente.

             Franciele e Marivane                   

                             



Escrito por Marli às 16h32
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CAPÍTULO 2: FABIANO  

Ele estava procurando um lugar para fugir da seca,pegou sua trouxa, junto com a família, e seguiu com todos mortos de fome comendo raízes. Chegou a fazenda e se jogou em baixo de um pé de juazeiro, depois invadiu a casa.No mesmo momento chegou seu Tomás da Bolandeira os expulsando. Mas Fabiano o convenceu, e seu Tomás resolveu aceitá-lo.

COMENTÁRIO:Na vida real podemos relatar que muitas pessoas, ainda são sujeitas a condições de trabalho muito precárias. E acabam trabalhando por um salário muito miserável.

        Sandra Faé, Fernanda Giombelli, Gabriela Dall’Agnol, Gláucia Tessari



Escrito por Marli às 16h25
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Capítulo 3: CADEIA

         Neste capítulo Fabiano vai até a cidade comprar mantimentos, mas vai tomar cachaça num bar, um soldado o chama para um jogo de cartas e eles acabam perdendo, isso irrita o soldado que o provoca, Fabiano não resiste e ofende o soldado, que o prende na cadeia da cidade.

COMENTÁRIO:    Isso pode ser associado na vida real com as pessoas que se envolvem com coisas ruins e acabam indo para o mau caminho, que nos dias de hoje são as drogas, a violência e várias outras coisas.     Também mostra que pessoas inocentes são presas e as verdadeiras culpadas se livram e continuam fazendo coisas ilegais.Há muita injustiça nos nossos presídios hoje em dia, como os políticos, que quando são presos sempre tem benefícios, como prisão domiciliar, celas luxuosas e etc.Isso tem que mudar no nosso país, seria um importante passo para o nosso progresso.

         Tadeu, Vinícius, Allen

 



Escrito por Marli às 16h24
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Capítulo 4: SINHA VITÓRIA

Sinha Vitória sempre reclamava da noite mal dormidada cama de varas. Ela tinha o sonho de dormir em uma cama de lastro de couro, como a de Seu Tómas da Boladeira.Ela fazia a suas tarefas em meio à reza e a atenção lá fora.Em casa Fabiano roncava forte, o que indicava a Sinha Vitória que a seca deveria estar longe. 

COMENTÁRIO: a muitas pessoas ricas que não sabem nem o que fazer com tanto dinheiro enquanto a pessoas que não tem nada, nem uma cama de couro.

 

 

                                                                                 Marcelo, Ibrael



Escrito por Marli às 16h24
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Capítulo 5: O MENINO MAIS NOVO

 O menino mais novo ao ver o que seu pai fazia, domando a égua ficava impressionada e queria fazer o mesmo para impressionar seu irmão e baleia, então tentou montar no bode e desceu ribanceira a baixo mas o bode saltava impiedosamente e o menino num salto mortal se esborrifou no chão e humilhado se retirou e pensava que não podia ser como seu pai.

 COMENTÁRIO: Nunca devemos desistir dos nossos sonhos.                                  

        Elvis, Everaldo

 



Escrito por Marli às 16h23
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Capítulo 6: MENINO MAIS VELHO 

O menino perguntou a sua mãe: o que è inferno? sua mãe deu-lhe um cascudo e o menino fugiu indignado.Baleia lhe fez companhia naquela hora difícil.Decidiu contar á cachorra uma história,mas seu vocabulário era muito restrito.O menino ficou pensando o que era inferno. Deveria ser um lugar ruim e cheio de jararacas e pessoas levando cascudos. Sempre intrigado abraçou-se à baleia como refúgio.

 

COMENTÀRIO:Isso tem a ver com analfabetismo no Brasil. Quando o menino quis contar uma história pra cadela, a Baleia, não conseguiu, pois seu vocabulário era muito limitado, quase como o do papagaio que aparece no começo da história.O menino também abraça a cadela, demonstrando solidão, poderia ter abraçado a mãe, o pai, o irmão, mas por falta de afeto abraçou a cadela. Tem a ver também com a dificuldade de uma pessoa sem cultura, analfabeta, em procurar um emprego, e acabam se humilhando, dormindo nas ruas, se prostituindo e outras coisas assim, se tivéssemos escola pra todas essas pessoas o nosso país deixaria de ser subdesenvolvido e passaria a ser uma das grandes potências mundiais.

                                                             Rafael e Franco

 



Escrito por Marli às 16h22
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Capitulo 7:INVERNO!

 Neste capítulo fala sobre a chegada da seca. Após acender a fogueira, Fabiano e sua família puseram-se ao redor dela para se aquecer.Fabiano e Sinhá Vitória conversavam daquele jeito de sempre, Fabiano contando histórias que nunca haviam acontecido e Sinhá Vitória imaginava sua cama de couro.A chuva tinha chegado em boa hora.Após ser humilhado na cidade, Fabiano decidiu que com a chegada da seca, abandonaria a família, para ir em busca de vingança contra o soldado amarelo e outras autoridades que atravessassem seu caminho. Mas com a chegada da chuva interrompeu seus planos. Fabiano imaginava que as coisas melhorariam, quem sabe, Sinhá Vitória pudesse ter a sua desejada cama  Os filhos naquela escuridão imaginavam o pai de outra forma. Baleia procurava sossego no meio daquele barulho, queria dormir em paz ouvindo o barulho de fora.

COMENTÁRIO:Isto também podemos associar com a vida real. Aqui no Rio Grande do Sul também estamos sofrendo com a seca. Na verdade as pessoas só dão valor à chuva quando ela está em falta  .      

                                                                 Milena T, Juliana e Vanessa

 



Escrito por Marli às 16h20
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Capítulo 8 : FESTA

         A família foi à festa de Natal na cidade. Todos vestidos com suas melhores roupas. A caminhada longa tornava-se ainda mais cansativa por causa daquelas roupas e sapatos apertados. O mal-estar era geral. Fabiano cansou-se e tirou os sapatos, metendo as meias no bolso, livrando-se ainda do paletó e da gravata. Os demais fizeram o mesmo.

            Chegando à cidade, foram todos lavar-se à beira de um riacho. A igreja, com as imagens nos altares,  encantou-os. O pai espremia-se no meio da multidão. Lembrou-se da humilhação imposta pelo soldado amarelo quando estivera pela última vez na cidade.

            A família saiu da igreja e foi ver o carrossel e as barracas de jogos. Como sinhá Vitória negou-lhe uma aposta no bozó, Fabiano afastou-se da família e foi beber pinga . Embriagando-se, foi ficando valente. Cansado do seu próprio teatro, Fabiano deitou no chão, fez das suas roupas um travesseiro e dormiu pesadamente.          Sinhá Vitória, aflita, tinha que olhar os meninos, não podia deixar o marido naquele estado. Os meninos também estavam aflitos. Baleia sumira na confusão de pessoas, e o medo de que ela se perdesse e não mais voltasse era grande. Para o alívio dos pequenos, a cachorrinha surge de repente e acaba com a tensão.             Distante de tudo, Fabiano roncava e sonhava com o soldados amarelos.

 

COMENTÁRIO:Em nossa região até o ar está diferente, está mais seco e mais  quente. Será que nos dias de hoje, a vida com seca é assim como a de seu Fabiano? È sempre bom se perguntar.

Nos dias atuais, as pessoas mais ricas se vestem da melhor forma possível e querem sempre mais, os melhores vestidos, osmelhores sapatos, enfim melhor tudo, mas naquele tempo ter roupa nova, nem que fosse uma, já era uma felicicdade.Hoje em dia pessoas da classe baixa eu se vestem como podem e as pessoas de classe alta gozam das pessoas que se vestem assim. Quando as pessoas que nunca tem oportunidade de irem a festas vão, não sabem como se comportar, como seu Fabiano e a família.

 

                                               Ana Paula, Gleica, Jussara e Milena D



Escrito por Marli às 16h19
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Capítulo 9:BALEIA

A baleia era como um membro da família,estando sempre junto a eles a cada caminhada,caçando ratos para  seu sustento e de seus companheiros.Fabiano a matou mesmo depois de tantas aventuras que viveram juntos só porque ela estava doente e não esperou para confirmar a doença da cadela.

                                                                   Renan e Bruno

 



Escrito por Marli às 16h16
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                                                          Capítulo 10 - Contas

                                                                                            

 

Neste capítulo Fabiano desconfia que seu patrão estao enganando com relação ao dinheiro. fabiano pede a Sinhá Vitória que tinha um pouco mais de experiência com as contas, que verificasse se Fabiano havia mesmo sido engando. Fabiano pediu desculpas por ter duvidado deseu patrão e saiu arrasado. Ele pensou na dificuldade de sua vida.Bom seria se pudesse largar aquela exploração, mas não podia! Seu destino era trabalhar para os outros, assim como seu pai e seu avô.

COMENTÀRIO:Nessa época a sociedade já era capitalista. As pessoas que nã otiveram oportunidade de estudar eram exploradaspor pessoas mais instruídas, basta falar palavras difíceis para lograr os menos espertos.

 

                                                              Dione , Fernanda e Gabriela L.

 

 

 

 



Escrito por Marli às 16h15
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Cap 11: O SOLDADO AMARELO

Fabiano procurava uma égua fugida, se meteu em uma vereda e cruzou-se com o Soldado Amarelo. Fabiano irritou-se com a cena.Sentindo seu inimigo acovardado o Soldado ganhou força. Avançou e perguntou o caminho, Fabiano tirou o chapéu numa reverência e ainda ensinou o caminho para o Amarelo.

COMENTÁRIO:Isso relata que as pessoas humildes, sem estudo, sempre dão preferência para o governo. Elas não têm coragem de expressar suas idéias, e acabam sendo exploradas pelo governo.

Sandra Faé, Fernanda  Giombelli, Gabriela Dall’Agnol, Gláucia Tessari



Escrito por Marli às 16h11
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                           Capítulo 12:O MUNDO COBERTO DE PENAS

Um bando de aves chega anunciando a seca, invadindo e tomando a água restante que havia para o gado e para as cabras, iriam acabar a água matando os animais. Fabiano pegou sua espingarda e começou a atirar nas aves, garantindo o alimento para a família, mas não adiantou muito, mais e mais vinham chegando, anunciando a nova partida de sua família.

COMENTÁRIO:Muitos agricultores, aqui na nossa região, tiveram que vender ou matar seus animais por falta de água e comida, devido à forte seca que estava secando os rios, riachos e açudes.                     Daniel, Júnior e Alexandre



Escrito por Marli às 16h11
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                                 Capítulo 13: A FUGA

Chegou o dia que Fabiano e sua família tiveram que partir da fazenda.Fabiano e a família partem de madrugada para o sul em direção à cidade nutriram novas esperanças para o futuro dos meninos estudando e morando na cidade grande.

COMENTARIOS: Muitos colonos aqui no Rio Grande do Sul também perderam tudo com a seca e se obrigaram a sair do campo para morar na cidade.Assim podemos dizer que esta surgindo o gaúcho retirante saindo do campo para ir morar na cidade para tentar ter uma vida melhor.

                                                       
Maurício, Jeferson e Douglas

 

 

 

 



Escrito por Marli às 16h05
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Estamos no portal Educarede.

Confiram a matéria "Daqui para o mundo" da revista Educarede, na qual nosso projeto é citado.Nossas idéias estão indo longe.



Escrito por Marli às 11h36
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Interagindo com o escritor

O escritor Welington, do conto Chuva, graças a Deus, nos mandou, através do meu e-mail uns recados que nos deixaram muito felizes. Transcrevo algumas de suas palavras aqui:

        "Para quem escreve, nada melhor do que a sorte de ter leitores de lastro e competência, inteligência aguçada e olhar profundo.Gostar de literatura é um começo para aproximar as pessoas, sensíveis, é claro. Os gaúchos são muito bons nisso, meio parecidos com os mineiros. Sou um deles. Anos atrás, trabalhava com literatura infantil para jornais e, toda semana, ia a Porto Alegre levar o material para o Zero Hora Infantil. Bons tempos. Aprendi a gostar dos sul e ver como nossos sentimentos são parecidos.

       Seus alunos. Vi o blog. Fiquei emocionado com a publicação do conto. Principalmente porque ilustrou um problema de falta de chuva. Que coisa! Daqui, com tanta água, não imaginava que o Nordeste está se transferindo para o Sul. Puxa! Incentivar a turma a plantar árvores, muitas árvores. O desmatamento é o fim, o caminho para o deserto.Esse conto foi construído da varanda do meu escritório, quando assistia o espetáculo da chuva. Lá de cima, do edifício Malleta, 17º, via a cortina pesada de água batendo no asfalto lá embaixo. Muito legal. É assim que nasce uma peça literária.

       Chuva! que coisa, o sertão se expande! Minas tem uma grande área seca, sertão mesmo. Temos que recuperar, plantando árvores. Muitas árvores. Muitas.

        Ah! Uma reclamação. Gostaria de vermeu conto ilustrado. Me dê retorno. Até lá o melhor do meu abraço.

                                                              Welington"

        Puxa, nós é que ficamos emocionados de poder interagir com o próprio escritor. Breve vamos atender seu pedido. Para conhecer melhor sua obra acesse os links abaixo.

www.welingtonpinto.kit.net

www.mundodacrianca.blogspot.com

www.teatronaescola.blogspot.com

 

VALEU WELINGTON. PRA VC O MELHOR DO NOSSO ABRAÇO.

Profe Marli  e toda a galera da turma 81 e 82

 

 

 



Escrito por Marli às 21h35
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